Todos os corpos estão eletromagneticamente conectados e naturalmente “conscientes” de sua conexão, mesmo que inconscientes de sua consciência.
Por isso, dormindo, em relação a sua percepção de Unicidade.
Acordar do sonho é o suicídio do Ego.
Muito do descrito pode se adequar a crenças e pontos de vista que não ao “Um” como universo (emaranhamento quântico dos átomos após o Big Bang, com tudo que chamamos de realidade provindo do mesmo ponto), como o avanço tecnológico mesmo que humano, que pode vir a trazer a ausência-decisória do conceito de tempo, outros seres tecnologicamente mais avançados (“any sufficiently advanced technology is indistinguishable from magic”), a projeção ilusória do físico a partir de um único Ser, a real individualidade de espíritos para outro “nível” existencial, ou afins. Porém, as análises seguintes deixam difícil a fuga da lógica (sendo extremamente irônico o termo “lógica” para a explicação do irracional que não necessita de leis físicas) utilizada àquilo que seria de fato o “essencial” como causa para a existência, mesmo com a introdução de todos e quaisquer destes no que chamamos de realidade. Assim, ainda não teriam sentido algum que não a simples apreciação do observador, ao menos neste plano ante a outro que dê “sequência” a algo similar a uma “experiência” ou “jogo” de evolução (que seria apenas a “consciência” enganando a si mesma em diferentes níveis, ainda assim, já que “Ela” não evolui com a (e na verdade é a fonte da) entropia, como citado em algum parágrafo abaixo).
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O sonho.
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Somos formados por conjuntos de influências, sentimentos, experiências, sensações, humores, códigos genéticos, fatores “externos” matematicamente calculáveis através de símbolos universais como ocorre na astrologia, numerologia, iching, etc. que formam o indivíduo, personalidade, Ego e consciência física chamada de “SEU NOME”, inconscientemente mantendo consistência para conseguir se inserir em sociedade com diferenciação individual sem descontroladamente ter que rever cada conceito sobre o que é moralmente, socialmente, filosoficamente e individualmente (como indivíduo) correto, incorreto, bom, ruim, divertido, bobo, interessante, biscoito ou bolacha.
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As inúmeras camadas que lhe conferem seu “Eu”, porém, são configurações em constante evolução. Seus conceitos mudam, até mesmo suas células se renovam, e tudo que caracteriza sua individualidade é volúvel através de certo nível de livre-arbítrio dentro das infinitas possibilidades.
O que fica além de seu nome e da máquina que sua percepção utiliza para acessar e transformar o mundo físico? Quem é o seu real “Eu”, a presença permanente, fixa, que observa a realidade que se apresenta neste momento? A percepção constante, que estava lá antes de seu cérebro se adaptar ao uso de seus sentidos, de seus membros ou mesmo de desenvolver o armazenamento de sua memória? Antes de aprender e se adaptar ao desenvolvimento individualista da sociedade humana, sua linguagem, seus hábitos e ao sentido fabricado de seu sistema?
Você não é sua máquina. Nem mesmo sua configuração cerebral. Sequer os sentidos físicos que utiliza ou os sentimentos químicos de sua existência orgânica.
Você é a consciência que controla a máquina e observa a própria existência física em evolução através da ilusão da entropia.
Um sonho. Físico.
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O tempo só “existe” através do ser.
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O tempo que percebemos passar é o que poderia se chamar de uma “fórmula matemática”, que funciona mais em um sentido cíclico e em espiral do que na forma linear com que a sociedade encara seu conceito, criado como unidade de medida para nos organizarmos como sociedade em relação a passado, presente e futuro de acordo com ciclos naturais da existência terrestre (terra, sol e lua e seus ciclos de rotação, por exemplo). A união desses ciclos com a percepção da passagem do tempo é então usada como base para as unidades de medida que conhecemos como “segundos”, “minutos”, “horas”, “dias”, “anos”.
Uma unidade de medida, então, que tenta definir e padronizar ciclos de dia e noite/decisões/relacionamentos/encontros e desencontros/desenvolvimento evolutivo em geral/etc. e que se recalcula com base na conexão dos corpos e a materialização das ações de suas “consciências” no mundo físico. Ou, uma ilusão.
Ao se adicionar o aspecto da multidimensionalidade relativa ao observador, que se mostra em conceito na observação das leis da física em seu estado quântico e também em análise (i)racional (pois ciclos se repetem em teor mas nunca em conteúdo) possível somente através do autoconhecimento (o Ser como ego e seus ciclos existenciais), a sequência lógica de algum objetivo que não a auto-observação do Universo em sua manifestação física e evolução se desfaz.
Para entender como a consciência “evolui” como manifestação física em relação ao tempo e desenvolve diferentes conceitos que por fim moldam a realidade, se faz necessário entender o que essencialmente são palavras, seus símbolos e os conceitos que formam.
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Palavras são símbolos, importantes por representarem complexos conceitos de forma resumida. Como na palavra “representação”, que pode significar “o ato de utilizar uma coisa em exemplo de outra”, mas entendemos simplesmente como o símbolo “representação”, que também é formado por símbolos (letras) para sua utilização verbal/escrita com diferenciação. A necessidade da comparação para o entendimento de cada conceito é potencialmente infinita e, por ocorrer com tamanha efetividade e naturalidade, mostra um potencial neste momento inexplicável de processamento do cérebro humano (que não o acesso à consciência independente ao corpo).
Para exemplificar, a palavra “vaca” é um conceito de um ser, um mamífero, ao qual podemos dar as cores preto e branco, por exemplo. Conceito este usado como gatilho para o reconhecimento de algo que, dentro de um raciocínio, é somente um detalhe. Porém, para efeito de real reconhecimento através da comparação do conceito com a experiência, é necessário para o indivíduo conhecer com seus próprios sentidos (visão, audição, etc.) a existência do ser “vaca”. Esse raciocínio pode, de certa forma, definir o que é “realidade” – a experiência através dos sentidos físicos. Como outro exemplo, a diferenciação da palavra “mugido” e a percepção presente do mugido de uma vaca através dos mecanismos que dão origem ao sentido da audição e seu processamento no cérebro.
Utilizamos então as palavras como símbolos para a materialização física por voz ou escrita de conceitos que, por si só, necessitariam da experiência para sua explicação. Uma forma dentre outras (como desenho, artes em geral ou até mesmo as próprias atitudes do indivíduo) de se traduzir a “consciência”, os raciocínios de um plano não-físico para nosso consciente linear com apenas a memória do conceito no símbolo, sem a necessidade de se rever todo o raciocínio. (daí o funcionamento dos Sigilos e outras técnicas de programação da Chaos Magic ou do intencionamento de objetos físicos para se atingir certos objetivos, como cristais e orgonites, o uso de light language, terapias alternativas ou, essencialmente, quaisquer crenças adicionadas ao inconsciente coletivo que acabam por ser, em sua mais simples definição, “reais”, como as variáveis de personalidade trazidas pela astrologia e numerologia unidas à causa e consequência, tal qual tudo que for definido como verdade para a apreciação da percepção do Todo e sua evolução individualizada como consciência em plano físico)
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Nothing is true, everything is permitted.
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Permissões se acumulam e se atualizam no inconsciente coletivo humano da mesma forma que o desenvolvimento orgânico de variáveis não-programadas em códigos de I.A. é um sintoma de evolução. Ou seja, a evolução ocorre não somente por mutação para adaptação e sobrevivência do indivíduo e de sua espécie, mas também em um aspecto invisível naquilo que Carl Jung chamou de Unus Mundus. A conexão de Gaia e a percepção consciente contida em cada um de seus átomos.
Tal conexão se mostra, na observação da física quântica, mais rápida do que a velocidade da luz. Há a alteração instantânea mútua das partículas, pois não há separação “real” entre elas, somente a percebida/traduzida por e para a apreciação de nossos sentidos nas três dimensões de Espaço.
Essa ocorrência pode e é facilmente experienciada pelos sentidos humanos, como durante a sensação de “sincronicidade” em um evento que de fato vem a ocorrer instantes após ser intuído ou como durante uma forte sensação de “déjà vu” quando dois cérebros entram em sincronia durante uma interação. A conexão é instantânea e não necessita do transporte pelo espaço em relação ao tempo, sendo a separação dos corpos uma simples ilusão para sua manifestação física e apreciação (we’re essentially one and the same!). A realização consciente do acontecimento, então, nada mais é que a percepção de tal conexão em relação à dimensão de tempo com o corpo ao qual ocorre ou ocorrerá a interação em relação às dimensões de espaço.
Porém, embora possa se chamar evolução devido à aparente coletividade, a consciência não evolui. Ela simplesmente “É”, tanto quanto a informação, mesmo já em seu estado físico, quando ainda sem apreciação. Assim, a chamada expansão de consciência nada mais é do que a aceitação individual do Ego àquilo que sempre foi. O que ainda pode, é claro, se denominar evolução. Sem começo, fim ou intuito que não, também, sua própria apreciação.
Por tal motivo a afirmação “Nada é verdade, tudo é permitido” se aproxima muito do que pode se chamar de “entendimento” em relação ao que ocorre em nossa realidade para que seja como é e o por que de nossa percepção necessitar de tamanha limitação de processamento a ponto de ser linear. A apreciação de tudo o que “É” a partir do acúmulo e de suas atualizações de aceitação em nosso inconsciente coletivo necessita da limitação para “dar sentido à necessidade da experiência humana de sentido”.
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Absolutamente tudo que ocorre em sua volta, pessoas e situações, é um reflexo seu.
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Em uma visão energética, nosso corpo físico representa pouco e não tem o valor essencial que o damos, isto devido à qualidade de unicidade de nossa experiência. O que significa que a pior dor possível para o Ego (e somente para o Ego) com o acontecimento de seus desenrolares da vida é descobrir que, a todo momento, toda a felicidade e tristeza teve efeito por causa e nada teve qualquer outro motivo para acontecer que não sua própria vontade como consciência em universo físico. Como seu próprio “Deus”, arquiteto de sua realidade.
Pra entender o que se está atraindo energeticamente como reflexo em matéria para sua realidade é necessário entender que, além de atrair através de nossos pensamentos conscientes, nós atraímos, visualizamos e materializamos o mundo com as descargas elétricas de nosso cérebro antes mesmo de suas traduções para palavras, que são formadas por toda nossa concepção de moral, valores, desejos, prioridades e coerência histórica de quem somos e no que acreditamos, com o cérebro dando o seu melhor para criar realidade em nossa alucinação coletiva.
Na prática, porém, tudo que temos são decisões.
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O livre-arbítrio é (de certa forma) uma ilusão.
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Pode-se dizer que o livre-arbítrio existe para nossa tomada de decisão, mas por ser limitado pelo que até o momento É, não existe. De forma essencialista, a liberdade do indivíduo já é limitada pela simples existência do que até o “momento” está materializado para que só então a interação provinda da consciência ocorra e transforme a informação. De forma prática, para que o sentido da interação exista, se fazem necessárias tanto as inúmeras variáveis de interações passadas e sua fórmula de personalidade que por fim definem suas “vontades” para apreciação da ação quanto a projeção da conexão com outros corpos que influenciem na ação antes como causa e após como consequência, o que por si só afeta e molda o que se pode chamar de “livre-arbítrio” em um sentido contrário do que a lógica linear do indivíduo define como livre-arbítrio, já que o resultado sempre será dependente da conexão e moldará o futuro de acordo com o passado no momento presente, um aspecto que forma em nossa percepção de tempo os ciclos de eventos e acontecimentos que se podem chamar “destino” sendo criados em uma “dimensão” em que a definição que temos de tempo simplesmente não existe.
Daí a conseguinte ilusão também do eterno “Momento” em que o tempo passa, a criação das infinitas possibilidades dentro do universo físico como um único Todo que se individualiza em percepção através da evolução “entrópica” das infinitas combinações de átomos.
O livre-arbítrio “real” seria, então, do Universo físico como um todo e não do indivíduo em que a consciência se materializa. Em efeito final, porém, o indivíduo como parte consciente do Todo decide e afeta o universo físico com seu próprio “nível” de “livre-arbítrio” havendo, além da simples apreciação, a tomada de decisões com base na dualidade.
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Assim, para o Ego, resta o livre-arbítrio da tomada de decisão em relação aos ciclos e suas variáveis que são essencialmente formadas por causas passadas (em uma roda de causa e consequência) e seu recálculo, uma forma de descrever o acaso e as decisões tomadas em relação a ele que nos afetam direta e indiretamente, mas não o livre-arbítrio “real” das infinitas possibilidades do Todo, pois sua necessidade de conexão obrigatoriamente afeta corpos que são aparentemente distintos.
Na prática, para o Ego, é como “apertar um botão e ver algo necessariamente acontecer” em outro espectro da “realidade” deste Ego, ou seja, uma situação é “indiretamente” afetada por outra mesmo que a conexão entre elas não esteja clara, fazendo com que variáveis decisórias se anulem e a realidade não possa ser realmente configurada ao bel-prazer do Ego e sua percepção de consciência, sendo limitada à configuração e às variáveis de Unicidade do universo físico em que se encontra como dimensão.
Porém, também para o Ego, por mais que o resultado da ação seja limitado, tudo que for gerado a partir das infinitas possibilidades por suas decisões como indivíduo lhe condena sua posse, qualquer que seja a explicação para a fonte de consciência de onde provém a ação, assim como suas consequências.
A apreciação de suas consequências com as qualidades de “bom ou ruim”, por fim, fica à cargo da ilusão da dualidade (a necessidade da existência dos opostos para manifestação física).
Tal livre-arbítrio do “Todo” se apresenta, assim, na necessidade da dualidade em plano físico e teria a busca universal pelo equilíbrio dessa dualidade como a base de sua existência, com um ciclo de causa e consequência em constante correção a partir do Ego individual (e do próprio sistema materializado). A “justiça” ou algo que se equipare estaria presente, então, não só no livre-arbítrio do “Todo” em busca de seu próprio equilíbrio, mas também na visão do Ego e seu próprio universo que, dentro de seu “limitado” livre-arbítrio, pode participar da busca pelo equilíbrio da dualidade física também para seu próprio Ser através da qualidade multidimensional que se apresenta como resultado da tomada de decisão durante a experiência.
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De forma física, o livre-arbítrio de nossa individualidade se dá através do processo decisório de um de nossos sistemas do cérebro trino (tronco cerebral, límbico, neocortex), que são afetados não somente pela conexão do todo materializada individualmente no “externo”, mas também pela “consciência inconsciente” do corpo, que no conhecimento científico se visualiza através de exemplos como o sistema nervoso entérico para a “consciência” de nosso sistema digestivo ou através de nosso coração que por si só tem estrutura similar ao cérebro, com mais de metade de suas células sendo neurais e com um campo eletromagnético 5.000 vezes mais forte que o cerebral, mas ainda assim inconsciente de si à percepção do Ego.
Assim pode-se dizer que os “guias espirituais” que trazem à tona informações “in-context” à percepção do indivíduo provêm da interação entre o Neocortex e outros sistemas conscientes do corpo que, sem a necessidade de tradução daquilo que “É” ao simbolismo da racionalidade, têm uma capacidade de entendimento infinitamente superior àquela do Ego para utilização do livre-arbítrio, inclusive pela capacidade de “traduzir” ou “atualizar” o inconsciente do indivíduo sem a necessidade de racionalização. A projeção do guia como personalização de um Ser que poderia ser físico, porém, não passaria de especulação sobre a existência de uma realidade próxima em que o “jogo” continua de forma mais “abstrata”, em um sentido que o entendimento do Ser ultrapassa a qualidade experiencial que temos como Ego a ponto de “não ser tão real” por ser mais “real”, já que a ausência do medo, morte, entropia ou outros aspectos percebidos como “negativos” da existência fariam com que seus opostos literalmente não pudessem ser “apreciados com a mesma objetividade”.
The dreamer is always dreaming.
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Nós literalmente somos o tempo se conectando fisicamente.
Cada um faz sua própria realidade: infinitas existem em diferentes noções (sempre individuais) de tempo e o que se define como tempo.
Somos viajantes de uma outra dimensão de tempo, além da que se apresenta como essa passagem. Somos a conexão de “infinitos tempos” em universo físico. Um só.
O amanhã não existe. O ontem não existe. Somente o Agora existe. Sempre. O Agora em cada momento de cada ciclo. Um eterno Momento perceptivo em uma passagem do Universo.
A preocupação com o futuro ou com o passado é o desperdício de momentos no Agora em virtude de conceitos que essencialmente não existem.
Você é você como Ego tanto quanto é a percepção do espaço onde está, tanto quanto é o tempo em que a percepção se projeta, tanto quanto é tudo aquilo que traduz do mundo físico através de seus sentidos.
Você é o cômodo em que se encontra.
Você é a hora, ilusória.
Você é Tudo.
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Dedicado àquele que, em meio ao caos, aqui decidiu estar
Às chatas teorias computacional, da criação, mente-corpo e simulação
VP+M+C = E
VP – Variáveis essenciais de Personalidade
M – Memórias e experiências perceptivas do corpo físico
C – Consciência (única, “coletiva”)
E – Eu físico no momento presente
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O “Eu” humano é isso. Para ser individualizado em sociedade. Essencialmente, somos todos os infinitos átomos de nosso corpo em diferentes níveis de consciência. Se conectando em um “ser”, um “sistema dentro de um corpo humano”, que sucessivamente se conecta em outros sistemas através da ilusão de nossas dimensões, um sistema familiar, um sistema social: o sistema humano em si, o sistema universal físico que, por fim, se conecta e provêm de nosso sistema etéreo (o que se chama “outras dimensões”, o “código” que gera e simplesmente É o “Todo” que somos e ilusoriamente nos inserimos de forma física). A possibilidade de nosso “Todo” e suas dimensões e sistemas serem gerados a partir de uma realidade além unida à alta probabilidade de “em breve” criarmos nossos próprios sistemas com dimensões de espaço, tempo e evolução consciente com o desenvolvimento da tecnologia quântica (nossos próprios “universos”) mostra a possível existência de um loop infinito de “realidades” que, novamente, teria como objetivo a simples apreciação de seu desenvolvimento e traria uma gigantesca questão moral. A variável de nosso plano físico necessitar da dualidade, porém, pode mostrar que a extinção do sistema humano é uma possibilidade antes de alcançar tal poder de processamento por regra, exceto com algum tipo de intervenção externa ao sistema orgânico da Terra neste momento. Isso seria, também, admitir que inclusive o “Todo” quando fora de nossa limitação consciente está limitado ao que É. Ou seja, o “Todo” poderia entender sua criação, conhecer as regras e até mesmo criá-las, dentro ou fora da apreciação da individualidade, em plano físico ou em outros “níveis” etéreos onde há a unidade da dualidade, mas não teria o controle de sua própria existência. Isso comprovaria, porém, a existência do que seria “Deus” como os criadores do “código” de nosso “Todo”, que não passaria de um projeto, embora ainda fosse essencialmente parte do “Todo” original (algo de que não se pode fugir: o resultado é sempre 1). O entendimento da falta de sentido para o Ser que não sua própria apreciação dentro de seu sistema (sejam humanos, abelhas, planetas ou universos), no entanto, mostra benevolência não somente nas variáveis aplicadas à experiência da consciência em plano físico, mas também em suas ilusórias variáveis de evolução.
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As alucinações de substâncias psicotrópicas não são mais “alucinações” do que qualquer coisa que esteja acontecendo neste exato momento para o observador.
Isso porque o mundo físico é uma alucinação, coletiva e individual. Tudo que se pode ver, ouvir, tocar, perceber de qualquer forma é “alucinado” pelo observador através de seus sentidos. Informações traduzidas para que as dimensões de espaço possam ser utilizadas em relação à dimensão de tempo em conjunto com a consciência.
Individual, pois mesmo que coletivamente alucinando exatamente a mesma situação (a presença perceptiva da consciência de diferentes egos em um mesmo momento), seu significado, ponto de vista, beleza ou quaisquer outras características que vierem a, por fim, definir essencialmente o conteúdo da experiência que não a pura informação, que por si só não tem valor sem apreciação e definição já que simplesmente É, são absolutamente relativas ao indivíduo, e não ao coletivo, com exceção daquilo que for intrínseca ou deliberadamente acordado entre os egos diante do que aprendemos e definimos em sociedade.
Inclusive esse texto.
Para cada pessoa, palavra por palavra, conceito por conceito, que vêm a ser definidos por inúmeras variáveis para comparação que não mais as de sua criação. Pois somente a comparação pode definir o que algo significa, como ao explicar o significado de “significado”. E a comparação, também, é dependente de outro número infinito de variáveis, do humor do Ego às experiências que teve.
Inclusive em minhas próprias próximas leituras.
Por fim, apenas memórias a serem revisitadas em um plano um pouco mais distante do que chamamos realidade como percepção de consciência on the organic hard drive of each individual piece of our organic decaying soon(not relative to us)-to-disappear but lovely Mother Earth. And then everything goes around again. Yeah.
Por nada ter importância, tudo a tem.
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O fato de que nada que “eu” possa escrever irá de fato ajudar alguém é desgastante e desestimulante. Somente a ignorância ausente de racionalidade unida à decisão emocional traz resultados concretos. A ação independente do racional.
Nada nesta história trará qualquer resultado para o Todo que não a própria história e motivação do Ser.
O acúmulo da informação, o desenvolvimento e mesmo o pós-desenvolvimento (por outras partes) do conhecimento científico não passa de masturbação mesmo que com o intuito do desenvolvimento tecnológico.
O universo só existe devido a fórmulas que não se adequam neste momento ao significado que damos ao termo “explicação”, as necessidades de conhecimento do Ego humano. Isto faz do “sobrenatural” nada mais que “normal” a simples mérito não-apreciativo.
Sim, isso me faz absurdamente hipócrita. O fato é que isso também não importa.
É um grande teatro. Por mais que pareça um pouco sem graça para a conclusão do objetivo de nossa utilização do racional.
Ainda assim, a decisão de que a vida é linda conceitua, para este Ego, o uso de “apreciação”.
The Dreamer is You